Uma leitura TL;DR mandatória. Basta clicar sobre a imagem ou aqui.

Miguel Barba's blog
Uma leitura TL;DR mandatória. Basta clicar sobre a imagem ou aqui.

Decidi ouvir uma das melhores coisas que 2022 nos ofereceu, já bem perto do fim do ano. Mas já dizia o outro… mais vale tarde que nunca! Definitivamente.
Cumplicidade. Construção. Confiança. Comunicação. Resiliência. Nem sempre é fácil e há altos e baixos. Mas vale (muito!) a pena. Amor. E de longa duração como se deseja.

O que se leu durante 2022. / What was read during 2022.

Plataforma (Michel Houellebecq)
Solaris (Stanislaw Lem)
Dawn (Octavia E. Buttler)
Adulthood Rites (Octavia E. Buttler)
Imago (Octavia E. Buttler)
Children of Dune (Frank Herbet)
The Impossible Fortress (Jason Rekulak)
The Man in the High Castle (Philip K. Dick)
Mar da Tranquilidade (Emily St. John Mandel)
Será que os Androides Sonham com Ovelhas Elétricas (Philip K. Dick)
All You Need Is Kill (Ryōsuke Takeuchi)
Ecologia (Joana Bértholo)
Nina Simone’s Gum (Warren Ellis)
RIP, Jeremiah Green.
Quando (finalmente!), se estrearem por cá, em Julho de 2023, no Super Bock Super Rock, já não vamos ver os ingleses Black Country, New Road, com esta formação e muito provavelmente, musicalmente a direcção também estará a ser reajustada. Mas se o talento e criatividade demonstrados até agora se mantiverem, não temos com que nos preocupar.
É isto.
É mais um nome a seguir. Tradicional e com os olhos postos no futuro. Um bom uso da palavra. Uma bela canção. Apontem, é Ana Lua Caiano.
Há filmes de ficção científica que não conseguem em 90 minutos mostrar o que este consegue em 7 minutos e trinta e cinco segundos. E como este há muitos mais para descobrir no Dust. ❤️